A Vinda do Quarto Continente - Gabe

A Vinda do Quarto Continente - Gabe

  • Year of release: 2019
  • Language: Portuguese
  • Duration: 3:36

Below is the lyrics of the song A Vinda do Quarto Continente , artist - Gabe with translation

Lyrics " A Vinda do Quarto Continente "

Original text with translation

A Vinda do Quarto Continente

Gabe

Aí!

Koala Inc

e cúrcuma, pintura esfumar, vim pra costurar

Atualmente a docência é minha úlcera

Tá na víscera, gasolina, álcool, éter na sua classe

Zé Pacheco do rap, eu vim desestruturar

Como Lionel, calo com talento cru

Lion versus urubu, cago pro seu sangue azul

Trato todos como rei por onde passo

Assim desfaço os laços que desequilibram elementos, tipo Vixnu

Tipo vish, mano

Não tente me visitar, já falei do Gilgamesh

Tô ausente de Ishta

Autente é a vida, joe, tu é bunda mole demais

Se a porra salva vidas, então pau pro react ou crítica

Fazer um recorte no sistema dito consistente

Caridade é lenda, pauta é o presságio sujo da canção

Tira as últimas da cisterna, tal qual Caravaggio

Cujo vocês vão ficar cansados de pedir alteração

Força de aberração, sóbrio, cego e surdo

Sigo nessa igual Peagá e tô polindo a asa

Comprei um detergente novo e vou salvar o mundo

Sendo o Asterion, que o Asterion me apresenta a casa

Meio sem causa, por sentir passar por pierrot

Também me perdi, mas me encontrei

Hoje eu não sei onde o Xará errou

Infiltrado em Queensland, se eles me achar ferrou

Eu sou Koala Inc., já não mais Gokudo

Olha o que eles fazem com o nome do hip hop, mano

Olha o que eles trazem com essa brisa doidão pop, mano

Essa utopia não passa de prece, porra

Mano, a culpa é tua, tu votou no Aécio

E eu vou sair de bike, tirar um rolê com o Hawk

Liga lá pro Galego, quero um Suco do Surf

Porra, eu tomei um susto, essa faca era falsa

Isso tudo é uma farsa, mano, eu vou ter um surto

E eu não canto mais pra câmera, ela não me entende

Então chame o Mark, preciso de um tradutor urgente

Sou só um humano normal, crio contato sonoro

Quero um terreno em Nassau e um arroz fungi arbóreo

E eu já me senti tão arbóreo, e tão bem, e tão livre

Correndo em matos e subindo alguns combros

Antes que as lembranças da infância se arquivem

Antes que o mundo me pesasse nos ombros

Que talvez tenha me tornado picante, também

E que a doçura se esconder em meus olhos, com um ódio

Que fez questionar esse mundo ao redor

E nunca aceito a suas formas, seus credos, seus pódios

Que incentiva a disputa injusta, e que frusta

Já foi sala de Ustra, ou Lista de Furnas

Que me fez aquecer a maldade nos fornos

De que eu vivi pra ver o novo Hitler nas urnas

Mas já escorreu sangue em minhas unhas

E às vezes meu trabalho alimenta essas ondas

De novo eu questiono o que propunha

Não sou homem de ferro e também sorri pras onças

Other songs by the artist:

New texts and translations on the site:

2+ million lyrics

Songs in different languages

Translations

High-quality translations into all languages

Quick search

Find the texts you need in seconds